Um final de semana em Saint-Georges.

uma aventura, que alterna entre o satisfatório e a agonia

Um final de semana em Saint-Georges.
Fotos João Ataíde

 

Pegar a estrada de ônibus e enfrentar 600 km rumo da fronteira do Oiapoque e desfrutar de uma aventura, que alterna entre o satisfatório e a agonia. Na estrada nesse período em que a chuva ainda persiste deixa um trecho de pouco mais de 100 km de buracos, atoleiros e pontes inacabadas.

Chegando em Oiapoque do lado brasileiro uma cidade que se movimenta entre o euro e o Real, entre o português e o francês. Aponte ainda mais separa do que une os povos, uma ligação feita por catraias no vai e vem do rio que dar o nome a região do lado brasileiro Oiapoque e do lado francês oyapock.

Para essa gente ir ao outro lado do rio e como ir à casa de um parente, mesmo que do outro lado o relogio conte as horas de formas diferentes, que entre o francês e o português se criou um idioma creolo ou guianense.

Saint-Georges, São-jorge a porta de entrada da Guiana Francesa, onde circulam gente de todas as nacionalidades em busca de oportunidades vi uma cidade cheia de carros trancados esses carros vindos de todas as partes da guiana que atravessa para aproveitar a moeda forte para o turismo no Brasil. Do lado francês se ganha em euro que basta atravessar uma ponte de forma legal para comprar mercadorias em gêneros alimentícios de alta qualidade.

O meu final de semana em Saint-Georges convivi com a riqueza e a pobreza dividido por um rio ligado por uma ponte que mais separa que une.

o viajante.