Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.  

A cidade de Amapá se move pela fé católica,

Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
fotos João Ataide
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   
Festa em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Amapá.   

Nesta segunda-feira (27), uma procissão seguida de uma missa marcou o dia do Perpétuo Socorro em Amapá. A cidade de Amapá se move pela fé católica, que tem o pároco Josemar Silva como o grande condutor das ações ladeado das feiras Leticia, Glaucia e Andreia que se movimenta pelas outras capelas pela cidade.

Em especial A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada a partir de 1870 e espalhou-se por todo o mundo. Trata-se de uma pintura do século XIII, de estilo bizantino. Segundo a tradição, foi trazida de Creta, Grécia, por um negociante. E, desde 1499, foi honrada na Igreja de São Mateus in Merulana.

Em 1812, o velho Santuário foi demolido. O quadro foi colocado, então, num oratório dos padres agostinianos. Em 1866, os redentoristas obtiveram de Pio IX o quadro da imagem milagrosa. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi colocada na Igreja de Santo Afonso, em Roma.

De semblante grave e melancólico, Nossa Senhora traz no braço esquerdo o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz. Ela é a senhora da morte e a rainha da vida, o socorro seguro e certo dos que a invocam com amor filial.

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!

Em Amapá a procissão andou pelo bairro Sete Mangueiras, onde fica localizado a Capela dedicada à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, fundada no dia 9 de agosto de  em 1975, benzida por Dom José Maritano a capela foi construida pelo Padre Sérgio Grande. Uma retomada de uma festividade na cidade. Um reavivamento de uma tradição de outrora.

A fé como caminho de união e paz.

O viajante.