O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história

Em Mazagão o casarão da família Ayres, compõe o cartão postal da vila

O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
fotos João Ataíde e Juciano Tavares
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história
O casarão da família Ayres em Mazagão velho um patrimônio imaterial que o estado brasileiro não faz nada pela preservação que chamo negação da história

Conhecer a nós mesmos, sigo essa sina que me move e me faz viver. Em cada lugar visitado existe um contexto histórico que constitui o relicário amazônico. Em Mazagão o Casarão da família Ayres, compõe o cartão postal da vila de Mazagão velho que tem a frente uma família que busca a preservação e se sentem falta dos poderes públicos no suporte técnico para o tombamento como patrimônio imaterial, onde ainda tem a Igreja e a intendência onde residiu em o seu Vavá.

Um casarão em que existe um descaso pelo poder público que não reconhece a importância desse lugar. Ainda assim, tem uma família que faz questão de preservar com seus próprios recursos, pois é um documento do período colonial. Como informações existiam outros casarões na vila.

" A importância da manutenção e preservação do Casarão Ayres está na esperança do lugar ser registrado e reconhecido como Patrimônio Material, o Casarão Ayres é o mais antigo do município, ainda do século XVIII, é uma das características históricas da Vila de Mazagão Velho e ele deve ser conservado, pois, representa nossa cultura e identidade., destaque de Calazans

“Documentos históricos são documentos que tiveram muita importância na história ou que contenham fatos importantes. Mas não é somente considerado documento histórico aquele conteúdo contido em suporte de papel. Independentemente do suporte, qualquer objeto pode ser considerado documento histórico”.

Entrar nas dependências desse casarão é uma volta ao passado, objetos, ferramentas e moveis que nos fazem voltar num passado que a partir desses objetos nos fazem sentir. Na companhia da professora Joseane Calazans e Márcio Ayres, jovens de Mazagão com um trabalho de pertencimento buscam os caminhos pelo apoio de órgãos públicos pela preservação desse casarão. Quero observar que em Mazagão existem outras pessoas abnegadas que lutam pela cultura e manutenção de toda essa herança cultural.

O casarão caiu recentemente o telhado e parte da estrutura de umas paredes, a família tomou a iniciativa de fazer uma restauração por conta própria, quando entrevistei o Márcio Ayres vi os olhos marejados de lagrimas relatando um tempo em que o casarão abrigou sua família e a sacada da frente da casa cheia durante a festa de São Tiago e não tem quem não tenha uma foto desse momento que compõe o cenário desse espetáculo ao ar livre da versão cristã da luta entre mouros e cristãos.

Vamos ajudar na preservação desse casarão!