Hip Hop amapaense se une em busca do reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

O Hip Hop amapaense está vivendo um novo momento

Hip Hop amapaense se une em busca do reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil
Foto: Sebastião

O Hip Hop amapaense está vivendo um novo momento, agora fazendo parte da União Nacional do Movimento Hip Hop, que irá trabalhar na criação do decreto presidencial para oficializar o movimento como patrimônio cultural imaterial do Brasil pelo IPHAN. O movimento Hip Hop completa 50 anos e, neste momento de celebração, a mobilização é ainda maior para a construção do inventário do Movimento Hip Hop amapaense e nacional. 

Recentemente foi montada comissão, que irá se reunir com o poder público estadual, municipal e nacional para discutir políticas de incentivo à cultura Hip Hop. Incentivada pelo atual conselheiro e militante do hip hop Sebastião Filho grafiteiro Vampiro. "O Movimento Hip Hop no estado do Amapá está buscando o reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Para isso, os grupos de Hip Hop amapaenses estão se unindo na busca desse objetivo.Essa busca se insere em um contexto mais amplo, em que o movimento Hip Hop brasileiro está buscando o reconhecimento pelo governo federal como Patrimônio Cultural Imaterial do país. O Ministério da Cultura está envolvido nesse processo e criou um decreto presidencial para reconhecer a cultura Hip Hop. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) também está envolvido, fazendo um levantamento do inventário do movimento Hip Hop em cada estado para integrá-lo ao inventário nacional. A partir desse levantamento, o IPHAN poderá iniciar o processo de tombamento do movimento Hip Hop como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil", disse o conselheiro.

Representando a arte urbana, temos os grafiteiros Kash Power e Moka. Para os Deejays, temos Dj Errijay_RDR e Dj Preta Cleia. Já na representação dos MCs, temos MC Gohan e MC Tio San. E para o breaking, temos B Boy Emine e B Boy Guinho. E por fim, para representação do conhecimento, temos Amina e Ras Zulu.

O movimento Hip Hop tem ganhado cada vez mais espaço na cultura brasileira e essa iniciativa de oficializá-lo como patrimônio cultural imaterial é uma forma de reconhecê-lo como uma importante manifestação artística e cultural que precisa ser preservada e valorizada. E, ao fazer parte da União Nacional do Movimento Hip Hop, o Hip Hop amapaense ganha ainda mais força e representatividade.

O viajante