Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.

Brasileiro é brasileiro em qualquer lugar"

Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
fotos João Ataide
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.
Brasileiros na fronteira no encerramento do Carnaval de Saint-Georges. Onde tiver Carnaval terá brasileiro.

Um carnaval da diversidade em cores, línguas e povos que integram a fronteira, mesmo as autoridades virando as costas e os olhos em não acreditarem em um só povo que integram a Guiana em especial a fronteira de Saint-George.

Na última noite de Carnaval da fronteira, quem abriu o desfile foi os brasileiros no tempero peculiar da alegria e criatividade na fronteira. Uma escola de samba composta por comissão de frente, passistas, porta-bandeira e bateria. Muitas coisas são semelhantes em todos os carnavais, uma delas é a preparação dos grupos.

Em cada casa existe uma concentração, um esquenta para saírem atrás do bloco, cada um com sua fantasia. Comparado aos blocos de sujos, a música é uma batida tradicional do povo da Guiana. O grupo vai de um lado ao outro e cada vez que passa junta mais pessoas.

'Brasileiro é brasileiro em qualquer lugar"

O Viajante